Dom Casmurro, de Machado de Assis, fez a cabeça de Letícia Magalhães. “Além de ter sido aquele que me apresentou a genialidade deste grande escritor, um de meus favoritos, este livro me marcou por sua incrível história. O modo como ela é construída, narrada por Bentinho com riqueza de detalhes, apresenta tantos fatos contraditórios que o enigma da culpa ou inocência de Capitu parece não ter solução, tão complexa que sua personalidade é. Sempre que releio ou reflito sobre a obra, me pergunto se Machado tinha uma opinião formada sobre Capitu ou se apenas queria pregar uma grande peça nos leitores”.Letícia Magalhães é escritora, crítica de cinema e estudante universitária. Mantém o blog Crítica Retrô.
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Dom Casmurro, de Machado de Assis, fez a cabeça de Letícia Magalhães.

“Além de ter sido aquele que me apresentou a genialidade deste grande escritor, um de meus favoritos, este livro me marcou por sua incrível história. O modo como ela é construída, narrada por Bentinho com riqueza de detalhes, apresenta tantos fatos contraditórios que o enigma da culpa ou inocência de Capitu parece não ter solução, tão complexa que sua personalidade é. Sempre que releio ou reflito sobre a obra, me pergunto se Machado tinha uma opinião formada sobre Capitu ou se apenas queria pregar uma grande peça nos leitores”.

Letícia Magalhães é escritora, crítica de cinema e estudante universitária. Mantém o blog Crítica Retrô.

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